sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Cena 1613


Um horror! Criança tem que ser criança.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Cena 1612 ~ Universo paralelo #74


Cena 1611


Enquanto eu estava grávida eu escutava "espera nascer pra você ver que nunca mais vai dormir". Depois foi "enquanto é bebê é fácil, espera começar a engatinhar pra você ver que nunca mais vai ter paz". Agora que a Selina engatinha e quase caminha "espera começar a caminhar pra você ver que vai ter que ficar o dia inteiro correndo atrás da criança". Pior se a criança fosse doente e não caminhasse, não é? Esse "espera pra ver" soa como ameaça do tipo "pra mim foi horrível, pra você vai ser pior".

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Cena 1610


Escutei várias vezes isso, junto com "essa criança já tem dente, não precisa mais do peito" ou "depois de 6 meses o leite vira água".

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Cena 1609


A cara é essa mas a vontade é de dizer "quem te perguntou?".

domingo, 11 de agosto de 2013

Cena 1608 ~ Dia dos pais e 11 meses


Comemoração em dobro aqui em casa hoje. No dia dos pais, a Selina completa 11 meses. Na foto, Selina bem atenta ao livro que o Márcio está lendo para ela.

Cena 1607 ~ Eu sou uma índia!


Quando descobri que estava grávida logo decidi que faria parto normal. Cesariana sempre esteve fora de cogitação para mim. Recuperação dolorosa e um corte feio na barriga? Nem pensar.

Foi então que comecei a escutar muito "terrorismo" quanto ao parto natural. Poucas mães que eu conhecia tinham optado pelo parto normal, e as que fizeram cesárea só me diziam que a dor era insuportável e que nenhuma mulher era "animal" ou "índia" pra passar por isso, que o melhor de tudo era agendar a cesariana e dar à luz ao bebê com muita tranquilidade e sem dor nenhuma. Algumas, ainda, me diziam "duvido que tu aguente a dor", outras "tu vai morrer de dor", teve também quem me dissesse "tu não vai conseguir, quando chegar a hora tu vai implorar por uma anestesia". (Vejam só, "IMPLORAR POR UMA ANESTESIA")

De todas as mulheres que me falaram os horrores sobre a dor, nenhuma vivenciou o trabalho de parto. NENHUMA. Eram mulheres que tiveram cesáreas agendadas ou que não tinham filhos e apenas repetiam o que ouviram falar. As mulheres com quem eu conversei sobre o parto normal me disseram a mesma coisa: "é ótimo, a recuperação melhor ainda e a dor a gente esquece no momento em que vê o rosto do bebê".

A tal da dor nunca me intimidou. Eu temia mesmo era ter que "entrar pra faca" e fazer uma cirurgia.

Então, no dia 11 de setembro de 2012, eu entrei em trabalho de parto. Os detalhes eu conto outro dia. Talvez não. Mas asseguro que nunca estive tão tranquila em toda a minha vida, e acredito que isso tenha ajudado para que o meu parto fosse rápido e fácil. A Selina nasceu de forma natural às 18h25min. Quanto tempo eu fiquei em trabalho de parto e a dor que senti? Irrelevante. Mas a minha recuperação foi maravilhosa. Logo após o parto amamentei a Selina, me alimentei, tomei um banho. No outro dia já estava em casa.

Se parto normal é coisa de índia, então eu sou uma!

sábado, 10 de agosto de 2013

Cena 1606 ~ Universo paralelo #73


Cena 1605 ~ Maternidade da Depressão

A excelente página do facebook, Maternidade da Depressão, trata com humor e ironia as situações do dia-a-dia com a chegada dos filhos.

Vou postar aqui no blog as imagens as quais mais me identifiquei.


Assisto Dexter, The Walking Dead, House, Game Of Thrones, e muitos outros filmes e séries com a Selina. Aqui em casa nada de Papati Patata (palhaços do inferno, isso sim) ou aquela galinha maldita, e xuxa nem pensar!

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Cena 1604 ~ Há 4 anos...

...naquela noite fria e chuvosa, eu voltava pra ti.


E do nosso amor veio a Selina 

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Cena 1603 ~ Por que dizem que os gatos têm sete vidas?


Essa lenda surgiu da Idade Média, quando os gatos, assim como as bruxas e magos, eram vítimas da Inquisição. Apesar dos esforços para acabar com eles, eles dificilmente diminuíam em número. Isso porque havia muitos de seus defensores, pessoas que escondiam e criavam gatos secretamente.

Assim, os inquisidores afirmavam que só tendo mesmo parte com misticismo e afins um bicho continuaria por aí, mesmo sendo tão caçado. Assim, surgiu o termo que o gato tem sete vidas.