quarta-feira, 31 de março de 2010

Cena 223: A Vingança do Gato-to

Dona Chica-ca tinha acabado-do de chegar da igreja-ja.
Devota-ta de Jesus-sus, ela tinha ido-do para lá rezar-zar.
Dona Chica-ca se achava-va santa-ta,
Mesmo sendo-do fofoqueira-ra.
Noite de calor-or, janela aberta-ta
Dona Chica-ca se deitou e dormiu-miu.
Do telhado-do, foi que ele surgiu-giu
Era o gato-to, que não morreu-rreu
E queria-a sua vingança-ça
Com as unhas-nhas afiadas-das
Ele se avançou-çou no pescoço-ço
Foi o último berrô-rrô
Que a Chica deu!!!!!!!
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHH

CRÉDITOS
Texto: Márcio Brasil.
Foto: Finado gato do meu amigo Iuri.

terça-feira, 30 de março de 2010

Cena 222: Blogger in Draft

O Blogger lançou uma nova funcionalidade, o Blogger In Draft, que você pode acessar através do endereço: http://draft.blogger.com. Agora você pode criar um template de acordo com os seus desejos, sem nenhuma dificuldade e sem saber código algum.

Acessando a página do Draft, vai aparecer um novo painel.

Selecione a caixa como em "1", e depois clique em "Layout" (2).

Em seguida, clique em "Designer do Modelo".
E pronto :)

No vídeo abaixo tem um tutorial com melhores explicações sobre a nova função.

Cena 221: Namorado


Quem não tem namorado é alguém que tirou férias não remuneradas de si mesmo.

Namorado é a mais difícil das conquistas. Difícil porque namorado de verdade é muito raro. Necessita de adivinhação, de pele, de saliva, lágrima, nuvem, quindim, brisa ou filosofia. Paquera, gabiru, flerte, caso, transa, envolvimento, até paixão é fácil. Mas namorado, mesmo, é muito difícil.

Namorado não precisa ser o mais bonito, mas aquele a quem se quer proteger e quando se chega ao lado dele a gente treme, sua frio e quase desmaia pedindo proteção. a proteção dele não precisa ser parruda, decidida, ou bandoleira: basta um olhar de compreensão ou mesmo de aflição.

Quem não tem namorado não é quem não tem um amor: é quem não sabe o gosto de namorar. Se você tem três pretendentes, dois paqueras, um envolvimento e dois amantes, mesmo assim pode não ter namorado.

Não tem namorado quem não sabe o gosto da chuva, cinema sessão das duas, medo do pai, sanduíche de padaria ou drible no trabalho. Não tem namorado quem transa sem carinho, quem se acaricia sem vontade de virar sorvete ou lagartixa e quem ama sem alegria. Não tem namorado quem faz pactos de amor apenas com a infelicidade. Namorar é fazer pactos com a felicidade ainda que rápida, escondida, fugidia ou impossível de durar.

Não tem namorado quem não sabe o valor de mãos dadas; de carinho escondido na hora que passa o filme; de flor catada no muro e entregue de repente; de poesia de Fernando Pessoa, Vinícius de Moraes ou Chico Buarque lida bem devagar; de gargalhada quando fala junto ou descobre a meia rasgada; de ânsia de viajar junto para a escócia ou mesmo de metrô, bonde, nuvem, cavalo alado, tapete mágico ou foguete interplanetário.

Não tem namorado quem não gosta de dormir agarrado, fazer sesta abraçado, fazer compra junto. Não tem namorado quem não gosta de falar do próprio amor, nem de ficar horas e horas olhando o mistério do outro dentro dos olhos dele, abobalhados de alegria pela lucidez do amor. Não têm namorado quem não redescobre a criança própria e a do amado e sai com ela para parques, fliperamas, beira d'água, show do Milton Nascimento, bosques enluarados, ruas de sonhos ou musical na Metro.

Não tem namorado quem não tem músicas secretas com ele, quem não dedica livros, quem não recorta artigos, quem não chateia com o fato de o seu bem ser paquerado. Não tem namorado quem ama sem gostar; quem gosta sem curtir; quem curte sem aprofundar.

Não tem namorado quem nunca sentiu o gosto de ser lembrado de repente no fim de semana, na madrugada ou meio-dia de sol em plena praia cheia de rivais. Não tem namorado quem ama sem se dedicar; quem namora sem brincar; quem vive cheio de obrigações; quem faz sexo sem esperar o outro ir junto com ele. Não tem namorado quem confunde solidão com ficar sozinho. Não tem namorado quem não fala sozinho, não ri de si mesmo e quem tem medo de ser afetivo.

Se você não tem namorado porque não descobriu que o amor é alegre e você vive pesando duzentos quilos de grilos e medos, ponha a saia mais leve, aquela de chita e passeie de mãos dadas com o ar. Enfeite-se com margaridas e ternuras e escove a alma com leves fricções de esperança. De alma escovada e coração estouvado, saia do quintal de si mesmo e descubra o próprio jardim. Acorde com gosto de caqui e sorria lírios para quem passe debaixo de sua janela. Ponha intenções de quermesse em seus olhos e beba licor de contos de fada. Ande como se o chão estivesse repleto de sons de flauta e do céu descesse uma névoa de borboletas, cada qual trazendo uma pérola falante a dizer frases sutis e palavras de galanteria.

Se você não tem namorado é porque ainda não enlouqueceu aquele pouquinho necessário a fazer a vida parar e de repente parecer que faz sentido.

Artur da Távola

segunda-feira, 29 de março de 2010

Cena 220: My Choice



Is it not the choosing that makes the life we live so intricate? / Are the options we have too endless to control? / Can we oversee the offers and their demands and their goals? / Can we oversee our own needs if we do not know / What it is we really want?

Our minds, instead of our hearts / What we feel confuses our thoughts

Security, an ancient quest / Standing alone, the ultimate test / Still we search for warmth in the materialized luxuries in life / The times have changed but we are still the same / Another choice ‘cause we still don't know

Let me see where I belong / Let me be a little part of it / Can I choose my way in life? / Can I dream, can I feel? / Could I know my choice?

A choice without the illusion that luck is for sale / 'cause I have all that money can buy

Let me see where I belong / Let me be a little part of it / Can I choose my way in life? / Can I dream, can I feel? / Could I know my choice?

Let me see where I belong / Let me be a little part of it / Can I choose my way in life? / Can I dream, can I feel? / Could I know my choice?

TRADUÇÃO: MINHA ESCOLHA
Não é o poder de escolha que torna as nossas vidas tão intrigantes? / As opções que temos são muitas para que consigamos controlar? / Nós podemos nos manter atentos às oportunidades, / a suas ordens e a seus objetivos? / Nós podemos nos manter atentos a nossos próprios desejos, / se não temos idéia do que queremos?

São nossas mentes, ao invés de nossos corações / O que sentimos confunde nossos pensamentos

Segurança, para sempre uma busca / Ficar sozinho, o teste definitivo / Mesmo assim, nós ainda procuramos por carinho / Os tempos mudaram, mas ainda somos os mesmos / Outra alternativa porque nós ainda não sabemos...

Deixe-me ver qual é o meu lugar / Deixe-me ser uma pequena parte dele / Eu posso escolher o meu caminho durante a vida? / Eu posso sonhar? / Posso sentir? / Eu poderia conhecer a minha escolha?

Uma escolha sem a ilusão de que a sorte está à venda / Pois eu tenho tudo o que o dinheiro pode comprar

Deixe-me ver qual é o meu lugar / Deixe-me ser uma pequena parte dele / Eu posso escolher o meu caminho durante a vida? / Eu posso sonhar? / Posso sentir? / Eu poderia conhecer a minha escolha?

Deixe-me ver qual é o meu lugar / Deixe-me ser uma pequena parte dele / Eu posso escolher o meu caminho durante a vida? / Eu posso sonhar? / Posso sentir? / Eu poderia conhecer a minha escolha?

domingo, 28 de março de 2010

Cena 219: Em busca do impossível

Procuro você, e não o encontro.

E quanto mais o procuro, mais anseio por encontrá-lo, aprisionada na sensação de que, ao encontrá-lo, encontrarei, enfim, a parte perdida de mim mesma, sem a qual jamais retornarei à minha unidade.

Procuro você, pessoa especial, capaz de guardar segredos já tão pesados dentro de mim, segredos da ternura que escorrega por minhas mãos estendidas à sua espera, por tanto, tanto tempo.

Procuro você que se deixe invadir pela música, até que ela o transporte, como faz a mim, a um campo verde e orvalhado onde seja possível respirar o ar puro de uma manhã vestida de esperança.

Procuro você que tenha coragem de levantar às quatro horas da madrugada para dançar na chuva ao som do Sinatra; e que ame de verdade a chuva — este pranto divino que lava a terra e prepara a alma; que se deixe levar pelo pôr-do-sol dourado sem medo de não retornar nunca mais, e que adormeça, junto a mim, embalado pelos acordes perfeitos de Sonata ao Luar.

Procuro você que me respeite como ser humano; que usufrua da doçura da minha feminilidade, mas também aplauda a força que me mantém viva; que seja forte e equilibrado para não se sentir ameaçado pelas minhas vitórias, e que continue forte e equilibrado para não se deixar abater pelas minhas derrotas.

Procuro você que queira de mim uma companheira, uma amiga, uma amante e um porto seguro, mas que nunca me tire a seiva que me nutre nem me sugue a vida ou tente me transformar naquilo que não posso e não quero ser.

Procuro você que através do mais infinito amor me liberte para que eu possa me alongar em você até que então, juntos, aprendamos a dançar o mesmo e perfeito compasso.

Procuro você que precise de mim por me amar inabalavelmente e que jamais me ame simplesmente por não poder viver sozinho. Que queira lutar ao meu lado contra o mundo inteiro, se preciso for e que me veja, sempre, como alguém igual a você.

Procuro você que me aceite como sou, que respeite minhas limitações e se orgulhe da coragem com que luto contra elas. Que compreenda meus silêncios e os veja como um processo profundo de auto-conhecimento e busca daquilo que é melhor para mim, pois quanto mais eu crescer, tanto maior será minha capacidade de me dar a você.

Procuro você que acenda, vez por outra, o fósforo que reaviva a chama da nossa paixão; que não se esqueça de me trazer flores e lembrar nossas datas especiais; que ligue num momento qualquer só para dizer que sentiu saudades, e que cerque de carinho ANTES de me sentir escapar.

Procuro você que fale sempre a verdade, mesmo que ela doa e faça sangrar, e ainda que a verdade seja contra tudo aquilo que julgarmos importante para nós tenha humildade suficiente para reconhecer-se humano e passível de errar.

Procuro você que se emocione quando eu disser baixinho que o quero tanto que chega a doer em mim, que me abrace forte quando houver tempestades lá fora e que converse comigo quando a insônia me fizer companhia.

Procuro você que seja sensível, carinhoso e sensual, que beije com a alma e sinta meu corpo como uma extensão do seu; que aprenda a desnudar meus mistérios e despertar meus desejos reprimidos e que me faça vibrar de amor e paixão para que, como recompensa, me receba então com toda a intensidade com que serei capaz de me dar.

Procuro você, minha metade perdida, minha metade escondida, para que viaje comigo àquela estrela distante a fim de que, transcendendo nossa condição de homem e mulher comuns, possamos realizar o nosso destino.

sábado, 27 de março de 2010

Cena 218: The Blind Side

Eu não sou de chorar em filme algum, no entanto The Blind Side me trancou a garganta várias vezes. Não acho legal ficar falando sobre o filme para não estragar a história, mas assistam. Vale apena. É baseado em fatos reais e realmente muito emocionante.


sexta-feira, 26 de março de 2010

Cena 217: A Terra não gira em torno do Sol

Pode-se criar um ponto “zero” sobre a Linha do Equador que seria a Cidade do Macapá, capital do Amapá. Este é um ponto privilegiado, nessa cidade foi construído um estádio de futebol e a divisão do gramado foi colocada na linha imaginária do Equador. O teste pode ser feito da seguinte forma: começando a meia noite de 21 de setembro observando o céu você pode ver a posição que se encontra a constelação Três Marias. Você observa este painel do Universo que tem uma curva de 180°. Partindo de Macapá no dia 21 de setembro à meia-noite, deslocando-se a 60 Km a cada 24 horas em direção ao Sul sempre no mesmo Meridiano (nº 16°) até 21 de dezembro. E depois voltando na mesma velocidade atravessando a linha do Equador dia 21 de março em direção ao Norte até dia 21 de junho e depois volta dia 21 de setembro no estádio de futebol de Macapá. Durante todo esse tempo você não perde as Três Marias de vista. No Meridiano oposto se pode repetir a mesma experiência com o Sol de meio-dia. Mas se pode evitar todo esse trabalho e transtorno que seria muito dispendioso. Existe uma maneira que qualquer pessoa simples e entendida no assunto observe da cidade de Macapá a meia-noite de 21 de setembro as Três-Marias na posição que se encontre e depois observe a meia-noite de 21 de março no mesmo horário e na mesma posição de 21 de setembro. Você pode perceber que tanto no dia 21 de setembro ou 21 de março nada muda, só a meia-noite, e no Meridiano oposto com o sol de meio-dia.

A Teoria de Copérnico seria correta se o visual de meia-noite se repetisse uma vez no ano e não de 6 em 6 meses. Notei que a Terra tem uma pequena órbita entorno dela mesma. Não tenho data precisa para se fazer um cálculo, mas não passa de 30 mil ou 40 mil Km de sua órbita em torno do nada. Depois desta observação podemos ter mais surpresas.Eu não sou contra nenhum cientista, só estou pedindo ajuda para provar todas essas observações. Todas as pessoas que vivem na Linha do Equador podem fazer este teste, mas só a meia-noite do dia 21 de setembro ou de 21 de março, valendo o horário do meridiano local.

Partindo do princípio que o universo teve início, momento que conhecemos como o big bang ou a explosão que deu o start na expansão que possibilita apreciarmos e até existirmos junto com o que chamamos de universo, podemos afirmar que o sol está em constante movimento na direção oposta ao centro da explosão. Isso para não falar do restante do universo que também segue afastando-se do centro, a essa altura, mais que virtual. Sempre se distanciando de onde um dia iniciou-se o nosso universo. Digo o nosso, pois não podemos afirmar que somos o único universo, bem como também não temos como afirmar o contrário: existem mais universos. Bem, uma vez aceita essas primícias: O big bang, o início do universo ou até mesmo o seu reinício e a expansão das galáxias, podemos definir uma linha imaginária que nos dá a direção e o sentido, ou o caminho que percorre o sol em sua trajetória fugindo da explosão inicial. O sol e conseqüentemente os planetas que o acompanham nessa viagem, que não podemos prever aonde vai terminar. Simples, não? Então podemos continuar: já sabemos que temos o caminho que juntamente com o nosso astro rei, nós, nosso planeta e nosso satélite estamos percorrendo, e penso que podemos afirmar que esse caminho é reto, não imagino o sol fazendo zig zag pelo universo a fora. Continuando, penso que podemos afirmar, ainda com base no que dissemos até aqui, que o nosso planeta, bem como os outros e seus satélites, sequem na mesma direção e mesmo sentido que o sol. Estamos a reboque do sol, não necessariamente na mesma linha imaginária, mas sempre em linha reta e fugindo do centro. Agora já podemos perguntar: Estaria mesmo a terra girando em torno do sol? Ou a terra está se afastando do centro em paralelo com o sol? E o que estamos vendo e o deslocamento da luz solar nos dando a impressão de estarmos girando em sua volta? Podemos perguntar mais: Se a terra gira em torno do sol, ele descreveria uma órbita no mesmo nível que o sol? Considerando nesse caso que o eixo Norte Sul que seriam os pólos da terra, estaria perpendicular a trajetória de fuga do sol. Nesse caso em determinadas situações a terra passaria à frente do sol, o que me parece esquisito, se não impossível. Por outro lado, podemos ainda considerar que a terra gira em torno do sol, porém, afastada, atrás mesmo do sol e descrevendo uma órbita em torno da reta imaginária descrita pelo sol. Nesse caso, a terra estaria percorrendo no espaço um caminho no formato de parafuso, o giro em torno da reta (deslocamento N-L-S-O) descrita pelo sol e o deslocamento em linha reta paralela à linha do deslocamento do sol distanciando-se do centro do universo devido ao big bang. Fácil? Extremamente fácil. Prefiro essa idéia, pois se o universo começou com uma explosão, penso que se espalhou para todos os lados, mais ou menos igual. Daí, se os planetas giram perpendicular à fuga dos seus sois, podemos concluir que havendo outros planetas percorrendo caminhos que se distanciam do centro do universo, podemos encontrar sistemas solares com rotas perpendiculares uma às outras. Sendo assim chegamos à conclusão que vez ou outra poderemos ter planetas de sistemas solares diversos, alinhando-se, tornando a possibilidade de viagens interplanetárias bem mais plausíveis do que pensamos. E o que tem isso tudo com o globo terrestre? Bem, O globo é redondo, quer dizer redondo achatado nos pólos, mas quem está em cima e quem está embaixo? Para ir do Brasil ao Canadá, temos que subir? Os ricos estão em cima e os pobres embaixo? Faz sentido o termo abaixo e acima do equador? Fica aqui a sugestão: Vamos mudar o posicionamento do globo terrestre, que deverá ser representado com os pólos na horizontal, afinal não tem essa de em cima ou embaixo: quem está no Brasil e precisa ir para a Europa, deve tão somente virar para a esquerda do caminho do sol, chegando ali pelo Rio Grande do Norte, toma a direção do sol contorna a África e pronto: está na Europa.

Cena 216

quinta-feira, 25 de março de 2010

Cena 215: Ainda não acredito no que vi!

Desisti da humanidade quando vampiros deixaram de morder pescoços para morderem fronhas.


quarta-feira, 24 de março de 2010

terça-feira, 23 de março de 2010

Cena 213

"O Dream Theater não é uma banda para você colocar para tocar e sair para uma festa. É como ver um bom filme, você tem que apertar o play e prestar atenção em todos os detalhes, de preferência com um fone de ouvido para extrair o máximo daquilo."

Mike Portnoy, Roadie Crew, edição 133, fev/2010

segunda-feira, 22 de março de 2010

Cena 212: Fotos do show do Dream Theater em Porto Alegre, 16/03/2010

Eu não ia postar fotos do show, mas mudei de ideia... Vou postar algumas:

Paola e eu no ônibus, indo para Porto Alegre. Desconsiderem a minha cara de sono.

Ingresso na mão!!!

Chegada ao Pepsi On Stage: Benhur, Victor, Ellen, Ise, Ingrid, eu, Maurício, Paola.

Como diria o Márcio: "a divisória entre a burguesia e o proletariado".

Portnoy destruindo!!! Yeah!

Probleminha de guitarrista...

O LaBrie não poderia estar mais lindo! Cantou muito bem como sempre!

Wow *-*

Visão geral do palco.

Nem lembro que música era essa...

Melhor banda de metal progressivo do mundo!!!

Infelizmente acabou :( Mas eles voltam em 2012 =D (se o mundo não acabar).

sábado, 20 de março de 2010

Cena 211: Dream Theater, 16/03/2010. Inesquecível!

O que vem a seguir é apenas o relato de uma fã (oi!) de Dream Theater, que após anos de espera finalmente conseguiu ver sua banda preferida bem de perto.

Minha "saga" começou em janeiro quando do anúncio do show em Porto Alegre. Simplesmente enlouqueci com a notícia. Não importasse como, eu veria o Dream Theater ao vivo. Mobilizei várias pessoas que eu sabia que teriam interesse em ir, principalmente o Maurício e a Paola, e começamos a nos organizar, ir atrás de uma excursão, economizar dinheiro, etc.

Dia 28 de janeiro nossos ingressos foram comprados e aí começou a verdadeira espera.

E faltavam 40 dias... e 35 dias... e 30 dias... 10 dias! A última semana foi a mais longa de todas. Ou melhor: a noite de segunda para terça-feira, dia do show, simplesmente não passava!

5h30min da manhã de terça-feira, dia 16 de março. Me acordo com o meu celular gritando "Time". Eu e a Paola levantamos, banho, café da manhã e ônibus da excursão que partiria às 8h de Santa Maria rumo à Porto Alegre.

Chegamos na capital gaúcha por volta de 12h30min e fomos direto ao Pepsi On Stage, onde já se formava uma fila para a pista. Como os portões abririam só às 19h seguimos em direção ao aeroporto para almoçar. Pois é... levando em consideração de que ninguém na nossa turma conhecia Porto Alegre e que todos estavam com fome, não nos restou outra alternativa, já que o Salgado Filho fica em frente ao local do show.

Por volta das 15h, eu, o Maurício, o Victor, a Ellen, a Ise e a Ingrid fomos para a fila do mezanino. Como a nossa fila era da "burguesia", tinha pouca gente, no máximo umas 5 pessoas na nossa frente, já a fila do "povão", ou a pista, onde iriam a Paola, o Benhur e o Marcelo, estava enorme.

Sol, calor, fome, sede e mais de 4 horas na fila. Tudo bem, pelo menos foram só 4 horas. Se for comparar com uma moça que chegou às 7h da manhã, nós estávamos muito bem.

Pois bem, em torno de 19h3omin, abrem-se os portões. Sou revistada, entrego o ingresso (eles tiraram só um pedaço e me devolveram o resto), colocam em mim a pulseira do mezanino e lá vou eu Pepsi On Stage a dentro prucurar o meu lugar.

Sem muita demora, subiu ao palco Richard Powell, guitarrista gaúcho que tocou durante vinte minutos. Excelente guitarrista, por sinal.

Logo após, temos o início do show da banda americana Bigelf. Eu tinha ouvido uma ou duas músicas alguns dias antes e não me chamou a atenção. Não vi nada de mais até ouvi-los ao vivo. Foi incrível! Parecia que eu estava vendo uma mistura de Jethro Tull com Pink Floyd ali no palco.

Algum tempo depois da Bigelf encerrar sua apresentação, começa a tocar no som ambiente "Pull Me Under" seguida de "As I Am", nas versões acústicas de Pipo & Elo. Acredito que muitas pessoas nunca tinham ouvido essas versões, mas ainda assim o público cantou junto.

E chega o momento mais esperado da noite... O pano preto que cobria o palco sobe, e... bom, a partir daqui eu não vou conseguir escrever muito pois ainda estou em estado de choque... Os 5 caras que eu tenho admirado e escutado há quase 10 anos estavam ali, bem na minha frente! O Dream Theater abriu seu show tocando "
A Nightmare to Remember" e até onde eu lembro, perdi uma boa parte da música de tanto que eu chorava. Não conseguia me concentrar. E eu realmente não acreditava no que estava vendo. Em "A Rite Of Passage" eu já estava mais calma e consegui cantá-la. Nos telões estava passando algumas cenas do clipe. Terminada esta, John Petrucci começa uma longa introdução que dava a entender que começaria "Hollow Years". Não deu outra. LaBrie sentado em um banquinho, como no "Live At Budokan", fez todos cantarem com emoção a balada mais esperada por muitas pessoas. E novamente eu me fui às lágrimas no solo desta música. A banda emendou "Constant Motion", e os duetos entre LaBrie e Portnoy me arrepiaram! Essa eu também consegui cantar e acompanhar sem lágrimas. Como não poderia faltar, Petrucci fez um rápido solo seguido de um solo mais demorado do tecladista Jordan Rudess, que fez com que eu sentasse um pouco para assistir. Eu não conseguia nem ficar em pé direito. Estava tremendo muito ainda quando "Erotomania" veio para mostrar porque o Dream Theater é a melhor banda de prog metal do mundo! Instrumental impecável. E quando chevaga nas notas finais da música eu dei um grito desesperador "Voices, please!!!". É óbvio que eles não me escutaram, mas mesmo assim "Voices" começou a ser executada. E para mim, esse foi o ápice do show! Eu me ajoelhei e chorei! Era a música que eu mais desejava ouvir ao vivo! Quando LaBrie começou "Love, just don't stare..." eu já estava em pé novamente, eu não queria perder mais nem um minuto! Mas quando chegou no solo, eu não resisti e chorei mais uma vez! Acho que foi nessa música que eu acabei com a minha voz. E quando eu pensei que "A Mind Beside Itself" seria completada com "The Silent Man", surge a melodia de "The Spirit Carries On". Naquele momento eu soube que aquele seria , realmente, o momento mais emocionante de todo o espetáculo. Para todo o lado que eu olhava havia gente chorando. Quando os primeiros acordes de "As I Am" surgiram, as lágrimas foram substituídas por muita agitação! Eu não esperava mesmo essa música. Achei que eles fossem tocar outra qualquer do ToT, enfim. De repente, "Pull Me Under", a música que eu não queria ver ao vivo fez com que todos fossem à loucura, inclusive eu. Nunca havia cantado ela na minha vida com tanta vontade. Eu estava realizada, afinal já tinha ouvido "Voices", quando emendada em "Pull Me Under" vem "Metropolis Pt. 1". Desculpem, mas... PUTA QUE PARIU! "Voices" e "Metropolis Pt. 1" no 1º show do Dream Theater que eu vou!!! Foi orgasmático!!! Totalmente sem explicação! E finalmente uma pausa para assimilar tudo o que eu já tinha visto e ouvido quando Petrucci puxa o riff de "Sweet Child O'Mine" do Guns N' Roses, e LaBrie adentra o palco perguntando ao público: "No love for the Guns?". Para quem não sabe, o show do Guns N' Roses foi marcado no mesmo dia que o show do Dream Theater, mas isso é outra história. Após a pausa prolongada, nos trazem a excelente suíte "The Count of Tuscany". Eu que não gostei muito dela quando escutei pela primeira vez no CD (herege :x), aqui me rendi e mais uma vez me emocionei muito. Ao final, a tradicional saudação ao público e Jordan Rudess filmando os fãs.

Saí do Pepsi On Stage surda e muda de tanto gritar. Encontrei a minha turma (lá dentro eu não vi mais ninguém), e fomos comer um cachorro-quente antes de pegar o ônibus e voltar à realidade.

Foi a melhor experiência que eu já tive na vida.

Não vou postar fotos aqui, até mesmo porque, este post já está muito longo. Quem quiser ver, é só acessar o meu orkut.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Cena 204: Espelho?

Cena 203: Fora do ar

Meus caros (e poucos) leitores, quero avisar-lhes que, em função do show do Dream Theater, na próxima terça-feira, dia 16, eu estarei ausente do blog por uns dias. Passarei apenas para ler os comentários e quem sabe, dar uma atualizada rápida. Detalhes da viagem e do show eu conto na volta. Fiquem em paz :)

quarta-feira, 10 de março de 2010

Cena 202: formspring.me

Você conhece uma pessoa no formspring.me não pelo que ela responde, mas pelas perguntas que ela não responde.

As pessoas só respodem perguntas corriqueiras que não as fazem pensar sobre o que elas andam fazendo. Além das perguntas tratarem de banalidades em maioria, as respostas também são do mesmo território de uma repetição extrema, onde perguntas sem conteúdo grudam as respostas com menos conteúdo ainda.

Não respondem "por que você faz sempre a mesma pose em suas fotos?", ou fazem perguntas apenas para constar que as fizeram, nada além de um postar virótico em mais um site imbecil que tem como prioridade mediocridades em uma suposta 'relação' entre pessoas.

Ninguém se pergunta - se a utilidade é fazer perguntas, não é? - por que entrar nessa? pra que eu faço e respondo isso? quando responde - o que querem com isso?

Algo virótico, pois, só perguntam por que as pessoas respondem, e respondem por que outros perguntam, chega ser redundante, a repetição do mesmo se torna extrema, aí chegamos a algo irônico: ninguem se pergunta por que estão perguntando.

"Nós nos movemos em círculos"? Se sim, é por que nós mesmos o queremos.

Sim, eu tenho um perfil no formspring.me. Mas a gente só pode criticar o que conhece, não é mesmo?

terça-feira, 9 de março de 2010

Cena 201

Mais uma pintura em 3D de Julian Beever. Incrível.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Cena 200

Pintura em 3D de Julian Beever.

Cena 199: A Rite Of Passage

Ainda que eu seja muito fã de Dream Theater, seus clipes não me agradam tanto. Mas até que "A Rite Of Passage" ficou bonitinho e bem produzido. Foi o primeiro single do álbum Black Clouds & Silver Linings, lançado em 2009. A versão original de oito minutos e meio foi editada para cinco minutos e meio para a versão do videoclipe, gravado no final de março de 2009. A letra é baseada na Maçonaria.



Since the new world order / Played upon our fears / Spreading accusations / Of radical ideas

The brotherhood of wisdom / Strength and dignity / Its rituals and secrets / Remain a mystery

Beneath an ever watchful eye / The angels of the temple fly

Turn the key / Walk through the gate / The great ascent / To reach a higher state / A rite of passage

The final stage / A sacred home / Unlock the door / And lay the corner stone / A rite of passage

Men of wealth and power / Influence and fame / Philosophers and leaders / All members of the trade

Bound by oath and honor / Like the rose and cross / An enigmatic union / Of esoteric thought

Beneath an ever watchful eye / The angels of the temple fly

Turn the key / Walk through the gate / The great ascent / To reach a higher state / A rite of passage

The final stage / A sacred home / Unlock the door / And lay the corner stone / A rite of passage

Turn the key walk through the gate / The great ascent to reach a higher state / A rite of passage

The seven stars / The rising sun / A perfect world / Where new life has begun / A rite of passage

TRADUÇÃO: Um Rito De Passagem
Uma vez que a nova ordem mundial / Brincou sobre nossos medos / Espalhando acusações / de apelos radicais

A irmandade da sabedoria / Força e dignidade / Seus rituais e segredos / Permanecem um mistério

Abaixo de um olho que tudo vê / Os anjos do templo voam

Vire a chave / Caminhe através do portão / a grande ascensão / para chegar a um estado mais alto / Um rito de passagem

O estágio final / O lar sagrado / Destranque a porta / E deite a pedra angular / Um rito de passagem

Homens de riqueza e poder / Influência e fama / Filósofos e líderes / Todos membros da loja

Vinculados a honra aberta / Deitado através da rosa e cruz / Uma união enigmática / Da corrente esotérica

Abaixo de um olho que tudo vê / Os anjos do templo voam

Vire a chave / Caminhe através do portão / a grande ascensão / para chegar a um estado mais alto / Um rito de passagem

O estágio final / O lar sagrado / Destranque a porta / E deite a pedra angular / Um rito de passagem

Vire a chave / Caminhe através do portão / a grande ascensão / para chegar a um estado mais alto / Um rito de passagem

As sete estrelas / O sol nascente / Um mundo perfeito / A nova vida começou / Um rito de passagem

domingo, 7 de março de 2010

Cena 198: Anna Lee

O post de hoje é para a Paola. "Anna Lee" em uma versão acústica, em Rotterdam, no ano de 1998. Mas cá pra nós... eu não gostei muito dessa apresentação. O LaBrie acabou estuprando de novo a Anna...



Helpless child / They invite your hands to fill their needs / Will you be the same / Shameless smile / To steal from you the innocence that bleeds / Will they feel your pain

Trying to believe / The scars unseen / The tears wash clean / You don't wanna breathe the air you breathe / You don't know how you'll live a life alone

She keeps holding on / Holding on to you / Let her breathe the air / Don't wanna be alone / Where do you belong / Anna Lee

Behind those eyes / The vivid scene / A lucid dream within / Questioned secrets are revealed / And every time / You can't deny / The lines that trace your skin / Wounds that never heal

Trying to believe / The scars unseen / The tears wash clean / You don't wanna breathe the air you breathe / You don't know how you'll live a life alone

She keeps holding on / Holding on to you / Let her breathe the air / Don't wanna be alone / Where do you belong / Anna Lee

And now she's calling out a name / Can't keep on hiding all her pain / You feel the rain move in / As you begin / To turn and answer the call / Trying to believe / The scars unseen / The tears wash clean / You don't wanna breathe the air you breathe / You don't know how you'll live a life alone

She keeps holding on / Holding on to you / Let her breathe the air / Don't wanna be alone / Where do you belong / Anna Lee

TRADUÇÃO: Anna Lee
Criança sem ajuda / Eles convidam suas mãos para satisfazer as suas vontades / Você será a mesma? / Sorriso sem vergonha / Para roubar de você a inocência que sangra / Sentirão eles suas dores?

Tentanto acreditar / As cicatrizes invisíveis / As lágrimas limpas / Você não quer respirar o ar que eles respiram / Você não sabe como viverá uma vida sozinha

Ela continua agarrada / agarrando-se em você / Deixe ela respirar o ar / Não queira ficar sozinha / De onde você vem? / Anna Lee

Por trás daqueles olhos / A cena vivída / Um sonho lúcido / Segredos questionados são revelados / E toda hora / Você não pode negar / As linhas que traçam sua pele / Negações que nunca serão curadas

Tentanto acreditar / As cicatrizes não vistas / As lágrimas secadas / Você não quer respirar o ar que eles respirão / Você não sabe como viverá uma vida sozinha

Ela continua agarrada / Te segurando / Deixe ela respirar o ar / Não queira ficar sozinha / De onde você vem? / Anna Lee

E agora ela está gritando por um nome / Não podendo esconder toda a sua dor / Você sente a chuva se mecher / Enquanto você começa a se virar e responder ao chamado / Tentanto acreditar / As cicatrizes não vistas / As lágrimas secadas / Você não quer respirar o ar que eles respirão / Você não sabe como viverá uma vida sozinha

Ela continua agarrada / Te segurando / Deixe ela respirar o ar / Não queira ficar sozinha / De onde você vem? / Anna Lee

sexta-feira, 5 de março de 2010

Cena 197: História do Dream Theater

Tudo começou quando, terminado uma experiência de laboratório com a missão de controlar homens de 25 anos virgens e que jogam RPG, John Petrucci e John Myung conhecem Mike Portnoy em um show de pagode e decidem formar uma banda de Progressive Metal. Assim, eles começam ensaiando durante 26 horas diárias e decidem arrumar um tecladista. Chamam Kevin Moore, que tocava teclado no grupo de pagode em questão. Kevin Moore começa seu trabalho na banda com composições geniais como O Trem da Alegria, A Lua me Traiu, Balão Mágico e Power Rangers têm a Força, entre outras.


Durante o Século XVII, a banda lança seu primeiro CD, When Penis and Pussy Unite, já com Charlie Dominici nos vocais. Foi um álbum muito marcante para banda, tanto que eles continuaram com o emprego de entregadores de pizza, chapeiros e fritadores de batatinhas no McDonald's para poder sobreviver. O álbum contém grandes sucessos como The Living Foot, Eht Esty Maj e Before Death. Dominici, porém, passa por problemas após um Sol 573,7 oitavas acima de duração de 37 horas, 25 minutos e 12 segundos (12,5631 segundos para ser preciso) e precisou sair da banda. Assim, começam os testes para os novos vocais. O novo, ou melhor, a nova vocalista agora seria Joelma Stardust, atual vocalista da banda Calypso, mas quando ninguém esperava, surge James LaBrie, discípulo dedicado de Joelma, e rouba a cena.


No segundo álbum da banda, Images and Photoshop, lançado no Século XVIII, há grandes sucessos como Push Me Up, Gotham Pt. I e Behind a Plastic Sun. E assim vai crescendo a grande banda que é atualmente. Em torno de 1905 a banda começa de novo suas composições, agora com o álbum Asleep com sucessos como True, Eretomania e 4:32 (Four and Thirty-Two o' Clock para os burros). Asleep foi também o álbum de despedida de Kevin Moore, que após uma crise emo confirmou que tinha deixado a banda. Entra então o segundo tecladista: Shrëk Shiririnrim, o virtuoso mais fashion do planeta.


Ainda na primeira metade do Século XX, lança-se o álbum The Fishing Seasons, cuja faixa-título possui 72 minutos de música (71 minutos e 14 segundos instrumentais, e os 46 segundos restantes consiste em um Fá Maior de 894 oitavas). Chata, longa e parada feito uma pescaria. A música é um sucesso até hoje e o álbum também, apesar de muitos fãs se matarem por não conseguir achá-lo no Emule ou no Kaaza.


Já na segunda metade do século aparece o quinto álbum, Falling Into The The Floor, que possui sucessos como Heaven's Bathroom, Me not You, Bruce Lee e Rollou Deers. Traz muitas baladinhas que nós ouvimos quando vamos a festinhas americanas quando tínhamos 15 anos. Já em 1976, Derek assume sua homossexualidade e decide deixar a banda, pois a banda era tr00 demais para ele. Então entra o atual tecladista, Jordan Rudess (mais conhecido como Palhaço Carequinha, embora na época ainda cabeludo), que dá uma nova cara à banda, com o álbum Gotham Pt. II: Pictures of a Forgotten Memory.


Em 1980 é lançado um álbum que mudou o estilo da banda. Muitos fãs dizem que preferem o antigo Dream Theater, outros não ligam muito e outros pagam pau de qualquer jeito (leia-se: xiitas). O nome do álbum é Six Lifts Never Gone In My Memory of Lost Deegres Are of Inner God Fake Trouble In The Lost New Millenium With Honey Mustard And BBQ McDonalds Playcenter Lick My Ass Turbulence, e é um álbum duplo, sendo que no segundo CD você pode achar faixas que juntas formam uma única música de 147 minutos. Já em 1984 é lançado um álbum muito Heavy Metal segundo alguns fãs, e muito forró segundo outros. É o Bike of Thought, que possuiu músicas como Ass I Am, Under the Nickname of Capeta e Dishonor Thy Grandson. Algumas faixas do CD contêm exemplos de como fritar ovos, pastéis e bolinhos de bacalhau, como foi dito ali em cima, e você nem se lembra mais.


E, finalmente, chegamos ao último e oitavo álbum de estúdio, o Octobervarium, lançado em 1888, no dia 8 de Agosto, após voltarem no tempo de tão rápido que tocaram. É possível encontrar o número 8 cerca de 88 vezes em 8 formas diferentes, mas tudo não passa de uma coincidência. O álbum apresenta 8 faixas, sendo alguma delas: I Run Below Them, Panic! at the disco Attack, These Balls e a faixa título do álbum, Octobervarium que possui 88 minutos, 8 segundos e 888 milésimos. A banda ganhou 8 Prêmios Nobéis pelo maior número de mensagens subliminares juntas, 8 vezes.


O trabalho mais recente foi o DVD Sporre, no qual os integrantes terminam uma World Tour de comemoração aos 245 anos de Dream Theater, tocando faixas como Six Lifts Never Gone In My Memory of Lost Deegres Are of Inner God Fake Trouble In The Lost New Millenium With Honey Mustard And BBQ Mcdonalds Playcenter Lick My Ass Turbulence e Octobervarium (entre outras), totalizando 8 horas 8 minutos e 8 segundos de show e enfatizando as mensagens subliminares no álbum Octobervarium, outra pura coincidência. Para fechar a tamanha coincidência, havia 8.888 pessoas no show, o ingresso custou 88 dólares e 88 pessoas tentaram entrar sem pagar.


Lembrando que nesse DVD não foi possível a banda se apresentar com uma orquestra 100% perfeita, pois durante os ensaios Portnoy acertou um violinista com uma cuspida. Portnoy tem mania de jogar a baqueta pro alto durante os ensaios e shows, e também de cuspir em todo mundo (pesquisas da universidade de Oxford comprovam que ele pega uma baqueta a cada 327,8 que ele joga). O violinista teve uma crise emo e armou uma cilada: alterou as partituras e desafinou os instrumentos de seus companheiros de orquestra durante o show, causando vários erros durante a apresentação da música Six Lifts Never Gone In My Memory of Lost Deegres Are of Inner God Fake Trouble In The Lost New Millenium With Honey Mustard And BBQ McDonalds Playcenter Lick My Ass Turbulence. Dizem as lendas que, ao ouvir esta versão desafinada e patética, Robert Fripp do King Crimson teve um ataque epilético, devido à tamanha inveja que sentiu por uma coisa tão sem sentido, que se matou com sua espadinha de plástico do Patolino cravada em seu peito.


A banda recentemente lançou um álbum novo, cujo nome é tão pr00 e trog, perdão, tr00 e prog, que deveria ser impossível pronunciar, então foi resumido em Systematic Sleep. E é um porre. Há mais emoção em assistir uma corrida de lesmas em câmera lenta. Em vez dos tradicionais duelinhos bululus fritados, a banda optou por tocar as músicas a um ritmo de 9 bpm, levando o Drimtíti ao seu auge de músicas soníferas. Destacam-se sucessos (??!!) como Forrósaken, Constant EMOtion e A White Temporary Afternoon. Mais eficiente que um porre de Frontal. Parece que pegaram a doença do Iron Maiden, é uma música podre atrás da outra. Já já eles também vão pegar a doença do Metallica e prometer que o próximo álbum vai ser maravilhoso, que vai ser isso e aquilo e blábláblá.


Dizem que o clipe de Forsaken se parece com os clipes do Linkin Park. Mas eu continuo achando que é cópia do da Britney Spears, Break The Ice.


A banda também anunciou o lançamento de uma coletânea com o título Greatest Shit (and 1,417,550 other pretty boring songs).


peguei daqui

quinta-feira, 4 de março de 2010

Cena 196: Voices

De todas as músicas do Dream Theater, "Voices" é a que eu mais gostaria de ver ao vivo.
Só isso que eu tenho a dizer... fiquei umas 3 horas pensando no que escrever sobre ela, desisto. Eu não sei falar sobre música, só escutar.

'Love, just don't stare' / He used to say to me / every Sunday morning / The spider in the window /The angel in the pool / The old man takes the poison / Now the widow makes the rules

'So speak, I'm right here' / She used to say to me / not a word, not a word / Judas on the ceiling / the Devil in my bed / I guess Easter's never coming / So I'll just wait inside my head

Like a scream but sort of silence / living off my nightmares

Voices repeating me / 'Feeling threatened? / We reflect your hopes and fears.' / Voices discussing me / 'Others steal your thoughts / they're not confined / within your mind'

Thought disorder / Dream control / Now they read my mind on the radio / But where was the Garden of Eden?

I feel elated / I feel depressed / Sex is death, Death is sex / Says it right here on my Crucifix

Like a scream but sort of silence / living off my nightmares

Voices protecting me / 'Good behavior / brings the Savior / to his knees' / Voices rejecting me / 'Others steal your thoughts / they're not confined / to your own mind'

"I don't wanna be here, 'cause of my / suffering, 'cause of my illness / Only love is worth having, only / love is what matters, loving every / people on equal terms. " / "You've got to know who you're / dealin' with because, like a stranger, / a-heh, just might come in through / here with a gun... and then, what / would you do? (Heh.)" / "Everything is immaterial..." / "'n' you know that reality is immaterial." / "This is not reality..."

I'm kneeling on the floor / staring at the wall / like the spider in the window / I wish that I could speak / Is there fantasy in refuge? / God in politicians? / Should I turn on my religion? / These demons in my head tell me to

I'm lying here in bed / Swear my skin is inside out / Just another Sunday morning

Seen my diary on the newsstand / Seems we've lost the truth to quicksand / It's a shame no one is praying / 'Cause these voices in my head / keep saying...

'Love, just don't stare.' / 'Reveal the Word when you're / supposed to' / Withdrawn and introverted / Infectiously perverted / 'Being laughed at and confused / keeps us pleasantly amused /enough to stay.'

Maybe I'm just Cassandra fleeting / Twentieth century Icon bleeding / Willing to risk Salvation / to escape from isolation

I'm witness to redemption / heard you speak but never listened / Can you rid me of my secrets? / Deliver us from Darkness?

Voices repeating me / 'Feeling threatened? / We reflect your hopes and fears.' / Voices discussing me / Don't expect your own Messiah / This neverworld which you desire / is only in your mind

TRADUÇÃO: Vozes
'Amor, apenas não olhe' / Costumava ele me dizer / Toda manha de domingo / A aranha na janela / O anjo na piscina / O velho homem bebe o veneno / Agora a viúca faz as regras

'Então fale, estou bem aqui' / Ela costumava me dizer / Não uma palavra, não uma palavra / Judas no teto / O demônio em minha cama / Eu acho que a Páscoa nunca vem / Então apenas espero dentro de minha cabeça

Como um grito com algum tipo de silêncio / Vivendo fora de meus pesadelos

Vozes repetindo-me / 'Sentindo-se ameaçado? / Refletimos seus medos e esperanças ' / Vozes discutindo-me / 'Outros roubam seus pensamentos / eles não estão confinados / apenas para sua mente'

Pensamento desordenado / Controle de sonhos / Agora eles lêem minha mente no rádio / Mas onde era o Jardim do Éden?

Me senti elevado / me senti depressivo / Sexo é morte, morte é sexo / Diz aqui bem no meu crucifixo

Como um grito com algum tipo de silêncio / Vivendo fora de meus pesadelos

Vozes protegendo-me / 'Comportamento de Deus traz o Salvador em joelhos' / Vozes rejeitando-me / 'Outros roubam seus pensamentos / eles não estão confinados / apenas para sua mente.'

"Não quero estar aqui, por causa de meu sofrimentom por causa de minha moléstia. / Apenas amor é a pior sensaçao, apenas amor é o que importa, amando todas pessoas com a mesma intensidade.. " / "Você precisar saber com quem esta negociando porque, como um estranho, ele entre aqui com uma arma.. e então o que você faria?" / "Nada é material" / "E você sabe que a realidade não é material" / "Isso não é a realidade"

Estou ajoelhado no chão / olhando até a parede / como a aranha na parede / Eu desejo o poder de falar / Há fantasias em refúgios? / Deus em políticos? / Devo mudar minha religião? / Esses demônios em minha cabeça dizem que devo

Estou deitado aqui na caima / Juro que minha pele por fora / Apenas outra manhã de domingo

Estive vendo meu diário no noticiario / Vendo que perdemos a verdade na areia movediça / Uma vergonha que ninguém esteja rezando / Porque essas vozes em minha mente continuam dizendo

'Amor, apenas não olhe' / 'Revele a palavra quando você achar certo' / Retríado e introvertido
Infecsiosamente pervertido / 'Sendo motivo de piada e confuso nos deixa imploradamente divertidos o bastante para ficarmos'

Talvez eu seja uma Cassandra desviando / Icone do século 20 sangrando / Querendo arriscar a salvação / para escapar da desolação

Sou uma testemunha de redenção / Ouço o que você falou mas nunca escutei / Você pode me livrar de meus segredos? / Nos tirar da escuridão?

Vozes repetindo-me / 'Sentindo-se ameaçado? / Refletimos seus medos e esperanças ' / Vozes discutindo-me / Não espere seu Messia / Essa terra do nunca que você deseja / é apenas uma criação de sua cabeça

quarta-feira, 3 de março de 2010

Cena 195: Take Away My Pain

Essa música foi composta pelo John Petrucci quando do falecimento de seu pai. Confira no vídeo abaixo uma versão ao vivo desta música, em Nova York, dia 22/11/1997 (faz tempo, hein!).

I was sitting on the edge of his bed / Staring at the headlines on the paper / He said, 'Look at poor Gene Kelly / I guess he won't be singing in the rain.' / You can take away my heroes / Can you take away my pain

Take away my pain / Leave the cold outside / Please don't let it rain / Don't stumble on my pride / Take away my pain / I'm not frightened anymore / Just stay with me tonight / I'm tired of this fight / Soon I'll be knocking at your door

She was standing by the edge of his bed / Staring at the message on their faces / He said, 'What else can you do, babe? / I guess I won't be coming home again.' / They just took away all my promises / Make them take away my pain

Take away my pain / Leave the cold outside / Please don't let it rain / Don't stumble on my pride / Take away my pain / I'm not frightened anymore / Just stay with me tonight / I'm tired of this fight / Soon I'll be knocking at your door

His final scene / The actor bows / And all those years / Are gone somehow / The crowd applauds / The curtain falls

I was standing by the edge of the water / I noticed my reflection in the waves / Then I saw you looking back at me / And I knew that for a moment / You were calling out my name / You took away my hero / Will you take away my pain

Take away my pain / Let the cold inside / It's time to let it rain / There's nothing left to hide / Take away my pain / I'm not frightened anymore / I'm learning to survive / Without you in my life / Til you come knocking at my door...

TRADUÇÃO: Leve embora a minha dor
Eu estava sentado na beira de sua cama / Olhando para as linhas principais no papel / Ele disse: 'Coitado do Gene Kelly, eu acho que ele não cantará mais na chuva' / Você levou embora meus heróis / Pode levar embora a minha dor?

Leve embora a minha dor / Deixe a frieza lá fora / Por favor não faça chover / Não tropece no meu orgulho / Leve embora a minha dor / Não estou mais com medo / Apenas fique comigo esta noite / Estou cansado desta luta / Logo estarei batendo em sua porta

Ela estava em pé no canto da cama dele / Olhando para a mensagem em seus rostos / Ele disse 'O que posso eu fazer, querida? / Eu acho que não voltarei para casa de novo' / Eles acabaram de levar todas minhas promessas / Faça eles levarem minha dor

Leve embora a minha dor / Deixe a frieza lá fora / Por favor não faça chover / Não tropece no meu orgulho / Leve embora a minha dor / Eu não estou mais com medo / Apenas fique comigo esta noite / Estou cansado desta luta / Logo estarei batendo em sua porta

Sua cena final / O ator se curva / E todos esses anos / Foram-se de qualquer forma / A platéia aplaude / A cortina cai

Eu estava de pé no fim da água / Eu notei minhas reflexões nas ondas / Então eu vi você olhando para mim e eu sabia que por um simples momento / Você chamava meu nome / Você levou embora meu herói / Levará a minha dor?

Leve embora a minha dor / Deixe a frieza lá fora / É hora de chover / Não há nada para se esconder / Leve embora a minha dor / Eu não estou mais com medo / Estou aprendendo a sobreviver / Sem você em minha vida / Até você bater em minha porta...

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Agora apreciem "Take Away My Pain" cantada por um fã. A voz dele é muito boa, desde que se desconsidere os erros grotescos (ele realmente sabia a letra da música?), ou a parte que ele quer muito mostrar seus dotes vocais lá pelos 3min35seg, ou ainda nos 4min08seg que ele dá uma aquecida na garganta. Mas, por favor, não furem seus tímpanos no finalzinho do vídeo. Não vou dizer o que é... fica de bônus...

terça-feira, 2 de março de 2010

Cena 194: Wither

Digo com certeza que quem estiver presente no show do Dream Theater no dia 16 de março no Pepsi On Stage em Porto Alegre, ouvirá "Wither". A 3ª faixa do último álbum, Black Clouds & Silver Linings (2009), é a 'baladinha da vez' da banda. Intrumental mais leve, envolvente, vocais impecáveis... Não tem como ficar descrevendo ela, só escutando e sentindo para entender:


Agora, uma coisa muito curiosa: John Petrucci cantando "Wither"!!! Pelo menos para mim é novidade isso. Ficou linda também, mas ainda assim prefiro o Petrucci só nos backing vocals.

Cena 193: Dream Theater: Faltam 14 dias!!!

Ansieade a mil! Hoje faltam 14 dias para um dos shows mais esperados da minha vida! O mais esperado, com certeza, é o do Roger Waters, mas enfim... Quem não gosta de Dream Theater, eu aconselho que fique longe do meu blog pelos próximos dias, pois esse será o único assunto por aqui!

segunda-feira, 1 de março de 2010