sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Cena 480: Resident Evil

Quem gosta da série Resident Evil? Pois bem, eu particularmente sou muito fã da série, desde a primeira aparição no final dos anos 90 na plataforma Playstation e, mais tarde, em filmes.


Bom, a questão é: seria possível isso acontecer na realidade ou não passa de obras de ficção científica?

Quando morremos, o corpo humano não está realmente morto. Ondas elétricas continuam a se propagar pelo cérebro durante meses até que o órgão finalmente para de funcionar. Isso demonstra que não é tão simples assim, a pessoa simplesmente “morre”. Isso não é verdade. A pele encolhe, as unhas e cabelos crescem, ainda há alguma atividade. Tá, mas e aí, o que isso tem a ver?

O que aparece no filme é que o sujeito mordido “morre, mas continua vivo”. Gramaticalmente falando, impossível, mas tecnicamente falando, pode ser possível. O vírus T, como é chamado no filme/jogo faz uma mutação no corpo, deixando-o asqueroso daquela forma por alterar a configuração genética do infectado e o corpo passa a trabalhar na frequência dos impulsos mais básicos de sobrevivência, ou seja, tudo o que eles pensam é em se alimentar.

Definitivamente eu seria um sobrevivente e não um zumbi! (risos)

Mas e aí, criaturas que só querem comer e nada mais, o que podemos fazer com elas? Matar. Para matar, atire na cabeça. Isso aparece nos filmes da série. Atirando na cabeça destruiria o órgão responsável por toda aquela demência, pondo um fim no dito cujo.

Já estamos vivendo o futuro, está em dúvida no que acreditar? Uma coisa é certa, estar preparado não faz mal a ninguém.

Texto enviado por Stênio Zimermann.

Um comentário:

Patrik Ferreira disse...

Tb só fã de resident evil e se acontecesse um apocalipse zumbi eu concerteza estaria preparado pra enfrentar até o Wesker.